Novidades

Se o conceito de Poetry slam o intriga e gostava de saber mais e experimentar este novo veículo para dar voz às palavras, este é o momento.

Ministrado pelos formadores Mick Mengucci* e Cristina Borges**, o workshop Poetry slam: da escrita criativa à oralidade visa transformar os poemas que tem na cabeça em música cantada.

O que é o PortugalSLAM?

O PortugalSLAM (Festival Internacional de Poesia e Performance) decorre entre 12 e 30 de Setembro em dez locais espalhados por Portugal. A Escrever Escrever é parceira pelo segundo ano consecutivo.

E o Poetry Slam, o que é?

Nascido em pleno Chicago na Green Mill Tavern, conquistou os Estados Unidos da América  e, progressivamente a Europa e outras partes do mundo. A palavra Slam refere-se hoje em dia a uma poesia de autor, escrita para ser dita e não apenas lida. É tida cada vez mais a nível internacional como um meio de expressão artístico e popular.

 

* Mick Mengucci é músico, performer e engenheiro, com um PhD em Processamento Digital de Imagem. Trabalha como músico guitarrista e cantor, dinamiza workshops de criação de bandas musicais com crianças e adultos, workshops de Poetry Slam, aulas de Programação Criativa em artes digitais e cria instalações interactivas. Fundou o Poetry Slam Lisboa e Laboratório de Interacção e Oralidade (LabIO).

** Cristina Borges licenciou-se em Comunicação Social na Universidade Nova de Lisboa em 1988 e fez o primeiro curso de Jornalistas de Rádio da TSF. Também estudou línguas, teatro e escrita criativa. Foi copywriter durante cerca de 15 anos em agências de publicidade e continuou depois como freelancer. Deu aulas práticas de publicidade, organizou uma campanha para os direitos da crianças, colaborou com os Movimentos Perpétuos para Carlos Paredes, escreveu histórias infantis.

Dia 15 de maio | Teatro «A Barraca»

Início às 22h

Uma tertúlia sobre o livro das nossas vidas, inspirada da obra de Ray Bradbury

«There must be something in books, something we can’t imagine, to make a woman stay in a burning house; there must be something there. You don’t stay for nothing.»

«The magic is only in what books say, how they stitched the patches of the universe together into one garment for us.»

in Fahrenheit 451, Ray Bradbury

 

Do que vamos falar?

Se só pudéssemos ler um livro na vida, que obra escolheríamos? Se fossemos parar à tal ilha deserta dos inquéritos, qual é que levávamos? E se a estante lá de casa estivesse em chamas, qual delas salvámos do fogo? Em Fahrenheit 451, de Ray Bradbury, há um grupo de resistentes que teriam resposta pronta para estas perguntas; foragidos que escolheram saber de cor um só livro, salvando das chamas e perpetuando na memória o seu conteúdo. É inspirada neste livro que se organiza esta tertúlia, onde leitores de todos os gostos são convidados a trazer o livro das suas vidas, a apresentá-lo e defendê-lo, a reflectir sobre as razões que fazem dele o favorito e a partilhá-lo com os demais participantes.

Com esta tertúlia informal e despreocupada, pretende-se abordar a obra literária a partir das experiências do leitor, das suas histórias e memórias afectivas, e das emoções que fizeram dum livro em particular o único entre todos.

A quem se destina

A toda a comunidade da Escrever Escrever - formandos de longa data, recentes e futuros - que desejam discutir e partilhar tudo o que sabem sobre o seu livro favorito e descobrir, com os outros, o que prende cada um de nós a uma só obra em particular.

Requisitos

  • Embora o evento inicie às 22h, pedimos que esteja n'A Barraca às 21h30;
  • Leve o livro que escolheu. 

 

18 novembro 2014
das 8 da manhã às 8 da noite

Telefone: (+351)21 096 21 58
Linha de skype: escreverescrever1

Há quanto tempo ninguém lhe conta uma história ao ouvido?

No dia 18 de novembro, das 8 da manhã às 8 da noite, quem telefonar para Escrever Escrever poderá ouvir uma história. E para quem está longe, estaremos ligados via Skype.
Do outro lado da linha, vários contadores de histórias, de viva voz, em direto e sem gravações, estarão prontos para lhe contar uma história, só para si ou em alta voz. Sem valores acrescentados e ainda com direito a escolher o tipo de conto que quer ouvir.

Vamos ter histórias de aventura, de amor, de suspense; histórias com princesas, com animais ou com ogres; histórias para rir, para chorar por mais, para ficar a pensar. Histórias para os mais pequenos e para os adultos. Vamos ter histórias para todos os gostos e feitios.

Inspirados no livro de Gianni Rodari, “Contos ao Telefone”, a Escrever Escrever vai fazer as histórias passarem de boca a ouvido, de coração a coração. Queremos que as histórias sigam pela linha do telefone e entrem nas casas, ganhem lugar à mesa de jantar e se aninhem nas beiras das camas. Que cheguem a quem está sozinho, às instituições, às salas de aula, a quem vai em viagem, a quem está numa sala de espera com a senha 223, a quem está longe, e já nem se lembra da última vez em que alguém lhe sussurrou ao ouvido uma história em português.

Contos ao Telefone é uma iniciativa da Escrever Escrever para marcar a passagem da Estafeta de Contos, que percorre todo o país de sul a norte, um projeto da Biblioteca de Beja que nasce no encontro de narração oral Palavras Andarilhas.

Pode telefonar quando lhe apetecer, entre as 8 da manhã e as 8 da noite, mas também pode marcar uma hora contactando-nos previamente. A chamada também pode ser feita em alta voz para um grupo específico.

 

13 de março de 2015

Vamos pôr a poesia à janela?

O Dia Mundial da Poesia chega com a Primavera, a 21 de Março.

Parta à descoberta dos versos ou recupere os seus preferidos.

Dė-lhes ar, dê-lhes luz, dê-lhes sol!

Escreva-os à janela, da sala, da cozinha, do escritório...

E depois envie-nos a foto para mostrarmos as janelas de poesia no nosso facebook (https://www.facebook.com/escreverescrever).